Quando estamos comprometidos com as nossas obras, olhamos ao redor com a percepção aguçada, tentando absorver tudo. É aí que as idéias, pequenas ou grandes são geradas e aprimoradas.
Assista em três partes a palestra do professor Luli Radfahrer da Universidade de São Paulo [USP] :
A idéia é enfrentar os conflitos, aprender a resolvê-los, sentar frente a frente com a outra pessoa e primeiro ouvi-la, depois ponderar os motivos que desencadearam o atrito e partilhar uma solução reconciliadora.
Fácil?
No papel sim, mas na prática é preciso muito exercício e muita experiência para aprender, com mansidão e bondade, aceitar as diferenças normais existentes entre todos os seres humanos. Seria muito anti- produtivo se todos fossem iguais.
As diversidades de formação, seja cognitiva ou cultural, são fatores de enriquecimento para a criatividade e inovação, características muito valorizadas hoje em dia.
Então os conflitos bem resolvidos, passam de problemas complexos de relacionamento a pontos de ganhos positivos para a equipe de trabalho e principalmente para a organização. Podem inclusive ser usados como ferramentas para desencadear idéias e soluções de problemas muito difíceis. Além disso, proporcionam a vivência do perdão que realmente reata amizades e que nos faz sentir pessoas amadas e felizes.